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	<title>Valor Executivo</title>
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	<description>Empresa de Consultoria Empresa localizada em Joinville/SC</description>
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		<title>Entenda o que está ocorrendo na China</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Sep 2021 09:50:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Anderson Titz]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O que acontece hoje com a construtora Evergrande é apenas um reflexo secundário do que acontece nos dias de hoje na China. A corda arrebentou ali [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O que acontece hoje com a construtora Evergrande é apenas um reflexo secundário do que acontece nos dias de hoje na China.</p>
<p>A corda arrebentou ali primeiro, mas provavelmente arrebentaria assim mesmo em um futuro não tão distante, pois trata-se de <strong>uma empresa altamente endividada e com fluxo de caixa comprometido</strong>.</p>
<p>Apesar dos 300 Bilhões de dólares de dívida da empresa, este é um problema endereçável para um país como a China que tem milhares de empresas estatais e um rígido controle governamental na economia, inclusive em seu sistema bancário, onde está concentrado direta ou indiretamente o problema.</p>
<p>Temos que lembrar que a <strong>China que conhecemos hoje é fruto</strong> de uma grande reforma que permitiu a abertura econômica, o que trouxe capital externo e uma revolução em processos e tecnologia.</p>
<p>A China nos últimos meses vem implementando uma série de medidas de caráter regulatório em vários setores, só para citar alguns casos:</p>
<p>(1) Foi proibido que as empresas educacionais sejam entidades com fins lucrativos;</p>
<p>(2) No setor de games foram implementadas diversas restrições de uso por adolescentes;</p>
<p>(3) Ocorreram intervenções no setor de moedas virtuais; e</p>
<p>(4) Foram implementadas diversas regulações no setor de tecnologia.</p>
<p>Temos ainda o <strong>emblemático caso de Jack Ma</strong>, fundador do portal de vendas online Alibaba, que em novembro de 2020 estava na véspera de fazer seu IPO. A empresa tinha como objetivo revolucionar o setor bancário na China, Ma discursou em uma reunião com uma fala bastante polêmica, na qual criticou o sistema financeiro chinês, foi chamado a uma reunião com o governo, depois disto o IPO de sua empresa foi interrompido e o empresário só reapareceu três meses depois.</p>
<p>Todas estas intervenções estatais ferem a confiança do empresário. Sem confiança um empresário não tem visibilidade do retorno de seus investimentos.</p>
<p>Neste momento muitos negócios na China devem estar se perguntando, <strong>quem será o próximo a ser atingido.</strong></p>
<p>Em um cenário como este, o investimento cessa e as empresas que seriam beneficiadas com isto deixam de faturar e lucrar gerando assim um efeito cascata, que podem ser observando no mercado financeiro Chinês, onde todo dia o BC Chinês tem injetado bilhões no sistema, sinal de que algo não está sadio.</p>
<p>Por parte do investidor internacional, se este não saca o seu investimento no país, no mínimo deixa de remeter mais recursos para este mercado. Temos que considerar que <strong>o próprio investidor Chinês neste momento pode preferir por segurança enviar recursos para o exterior</strong>, o que pode levar a efeitos secundários na moeda chinesa.</p>
<p>Dificilmente a China terá problemas com liquidez, já que até a poucos dias ela detinha mais 3 trilhões de dólares de reservas cambiais, ou seja, um colchão enorme.</p>
<p>É uma questão de controle político pelo partido comunista?</p>
<p>É uma questão de melhorar as condições das pessoas mais humildes que não tiveram todo este ganho com o crescimento da economia chinesa?</p>
<p><strong>É difícil cravar o que de fato está acontecendo,</strong> já que a China não é um país capitalista tradicional, e sim uma economia mista. Certas intervenções parecem ter este intuito de melhorar a condição de vida de parcela de sua população, outras não podem ser claramente entendidas em uma visão de curto prazo, ou da forma como nós ocidentais estamos acostumados.</p>
<p>Obviamente que os líderes Chineses sabiam do risco ao tomar tais medidas. O problema ao desencadear tais ações é que é impossível mapear todos os efeitos secundários, terciários e quaternários&#8230; decorrente da magnitude das decisões tomadas.</p>
<p>O que é certo é que o <strong>crescimento chinês será afetado</strong> e é provável que uma ou outra bolha estore no futuro, caso o nível de confiança não se restaure.</p>
<p><strong>E para o Brasil quais são os riscos?</strong> Creio que o maior risco está relacionado ao <strong>preço dos imóveis</strong>, já que este é um investimento comum na China. Caso os preços dos imóveis caiam a confiança dos consumidores seria então abalada, portanto as empresas de commodities poderiam sofrer com a queda de demanda nestes mercados, já que o consumidor chinês estaria menos propenso a gastar. Neste caso poderíamos ter uma crise global, onde várias empresas de consumo que atendem os anseios dos consumidores chineses seriam afetadas.</p>
<p>A pergunta que fica é: <strong>serão os governantes chineses capazes de amenizar tais efeitos e restaurar a confiança dos empresários e investidores</strong>?</p>
<p>E se sim, quanto tempo será necessário para este restauro e quais as posturas e ações por parte dos governantes seriam necessárias?</p>
<p>Anderson Titz, Consultor Financeiro da Valor Executivo</p>
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		<title>Planejamento &#8211; O caixa não deve ser ignorado</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2015 13:57:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Anderson Titz]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Sabe-se que para obter sucesso é preciso planejar. Os planos por si só não garantem o êxito, porém por certo, estes mostram mais racionalmente os riscos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe-se que para obter sucesso é preciso planejar. Os planos por si só não garantem o êxito, porém por certo, estes mostram mais racionalmente os riscos que se vai incorrer. O planejamento é feito por meio da determinação dos objetivos e das metas para o empreendimento.</p>
<p>Claramente a empresa não atua isolada, ela está imersa em um ambiente e interage com este, portanto novos fatos podem surgir a qualquer momento e à medida que estes fatos surgem precisam ser incorporados no seu planejamento de forma que a empresa possa se adequar a tais situações e aproveitar as oportunidades ou responder as ameaças não previstas inicialmente.</p>
<p>Ao tomar decisões de qualquer nível, os gestores deveriam utilizar-se de informações confiáveis e critérios racionais respeitando-se limites que se não observados podem conduzir a empresa a uma situação financeira indesejada. De maneira geral as decisões financeiras podem ser de três tipos: operacionais, investimento e financiamento.</p>
<p>As decisões operacionais dizem respeito aos pagamentos de despesas operacionais e ao gerenciamento das contas a receber. Já as decisões de investimento comprometem recursos que visam obter um retorno futuro. Por sua vez, as decisões de financiamento referem-se as fontes de recursos que a empresa irá utilizar para se financiar.</p>
<p>Dentre as questões apontadas anteriormente, algumas tem aderência com as metas e objetivos estratégicos, outras abrangem setores ou unidades de negócio da empresa, porém cada uma das decisões acima irá impactar no curto ou longo prazo no caixa da empresa.</p>
<p>É importante que se compreenda que quando se estabelece metas a serem atingidas estas se desdobram em ações que a empresa passa a executar voltadas a atingir seu propósito e que quaisquer que sejam estas decisões, sempre haverá repercussões financeiras.</p>
<p>Sabe-se que uma empresa pode sobreviver um período sem lucro, mas não sem fluxo de caixa, portanto ao realizar o planejamento não se pode ignorar o caixa. Caso as metas e objetivos traçados apontem a insuficiência de caixa, deve-se rever o planejamento avaliando os seguintes pontos:</p>
<p>1. Revisar as políticas operacionais (metas de receita e lucratividade, prazos de pagamento e recebimento, nível de estoques, dentre outros);</p>
<p>2. Reavaliar os projetos prioritários de investimento;</p>
<p>3. Estudar novas fontes de financiamento para a empresa.</p>
<p>É fundamental a compreensão dos conceitos e ferramentas básicas de gestão orçamentária e financeira, a inobservância dos preceitos acima, fatalmente acarretará sérios riscos para a continuidade de qualquer organização que poderá ficar exposta a falta de financiamento para suas atividades.</p>
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		<title>Estratégia como guia para formação do Preço de Venda</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2015 17:39:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Anderson Titz]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Como o leitor já sabe, os preços podem ser formados de diversas maneiras sendo que as formas mais comumente usadas são: custo mais lucro, baseados na [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Como o leitor já sabe, os preços podem ser formados de diversas maneiras sendo que as formas mais comumente usadas são: <strong>custo mais lucro, baseados na concorrência e disposição do consumidor em pagar</strong>.</p>
<p>Todas estas abordagens são válidas em seu contexto, mas nenhuma é suficiente por si só. Estrategicamente, o todo é maior do que a soma das partes e por fim o que conta é o resultado alcançado, então neste caso, o que propomos é um olhar mais amplo, ou seja, estratégico.</p>
<p>Para conhecer o todo é importante fazer uma <strong>análise estratégica</strong> para compreender principalmente as principais variáveis de marketing, em especial o <strong><em>posicionamento da marca</em> </strong>e <strong><em>do produto</em> </strong>face aos concorrentes, ao cenário e ainda procurando entender todas as variáveis que influenciam a decisão de compra como preferências e comportamentos. Para se posicionar é preciso realizar escolhas e focar, isto porque, ao tentar atingir a tudo e a todos você pode confundir o cliente e se tornar vulnerável a concorrência.</p>
<p>Entendido isto é possível estabelecer estratégias, políticas e táticas de preços para cada tipo de cenário e cliente. O que o consumidor compra e considera como valor nunca é um produto. É sempre uma utilidade, isto é algo que o produto faz por ele. Para descobrir <em><strong>&#8220;O que o consumidor realmente compra?</strong></em>&#8220;, primeiro pergunte-se &#8220;o que é valor para o cliente/consumidor?&#8221; e agregue gradualmente ao produto, posteriormente faça outra pergunta &#8220;o que o cliente/consumidor não está disposto a pagar&#8221; e elimine! Esta abordagem identifica o que o cliente/consumidor alvo quer, ou seja, não é dar mais e sim compreende-lo. Com isto é possível explorar estratégias coerentes com o público alvo, este que pode requerer a redução de preços (eventualmente) ou até pagar mais caso enxergue valor percebido (maioria das vezes).</p>
<p>A inovação mais produtiva é um produto ou serviço diferente, com um novo potencial para satisfazer o cliente consumidor e não um mero melhoramento. <strong><em>Seja diferente naquilo que faça o cliente/consumidor escolher você e não o seu concorrente e de preferência naquilo que ele esteja disposto a pagar um valor superior</em></strong>. Ou seja, quanto mais diferenciado você for mais longe das commodities você se posiciona o que permitirá a você estabelecer seu próprio preço.</p>
<p>Tornar os concorrentes irrelevantes é a abordagem da inovação de valor, cujo objetivo é romper com a concorrência criando um novo espaço no mercado, sendo que para isto é necessário alinhar inovação, preço, utilidade e ganho de custo. Este modelo é baseado em quatro perguntas :</p>
<p>1. Que atributos considerados indispensáveis pelo setor devem ser eliminados?</p>
<p>2. Que atributos devem ser reduzidos bem abaixo dos padrões setoriais?</p>
<p>3. Que atributos devem ser elevados bem acima dos padrões setoriais?</p>
<p>4. Que atributos nunca oferecidos pelo setor devem ser criados?</p>
<p>Se possível procure <strong>segmentar os clientes</strong> e <strong>aumentar o portfólio de produtos</strong>, isto permite que a empresa explore preços diferentes quando vendidos a canais diferentes, mas cuidado:</p>
<p>1. Foque apenas os segmentos do mercado nos quais a empresa possa contribuir com um valor percebido pelo cliente/consumidor como superior.</p>
<p>2. Muitas versões de um mesmo produto cujas diferenças sejam imperceptíveis podem incentivar os clientes a optar por produtos com margens menores ou confundi-los de tal forma que desistam da compra ou ainda prejudicar seriamente a produtividade da empresa, com muitas trocas de máquinas e equipamentos que levam horas para ajustar.</p>
<p><em><strong>Não ignore a psicologia</strong></em>, o cliente e o consumidor são seres humanos e sem eles não há empresa, portanto é necessário saber ouvi-lo, muitas boas sugestões podem vir daí, preste atenção a pedidos inusitados e investigue, pois boas ideias podem surgir. A satisfação do cliente deve ser prioridade, mas nem sempre ele tem a razão, quanto mais transparente a empresa for mais possíveis conflitos são evitados. Neste sentido estabelecer regras, contrapartidas e políticas claras de preços e suas reduções auxiliam a negociar, pois os limites estão estabelecidos e bem definidos.</p>
<p>Ao negociar e estabelecer estas políticas tenha em mente que a perda para o ser humano é aversiva, além disto, as pessoas são guiadas pelo impacto emocional imediato de ganhos e perdas, e não por perspectivas de longo prazo de riqueza e utilidade global como era de supor. Como ninguém gosta de perder, devemos enfatizar os ganhos e os benefícios na construção das políticas de preço e de relacionamento com o cliente/consumidor.</p>
<p>Lembre-se sempre que <strong>tudo muda</strong>, as necessidades dos clientes mudam, o modelo de negócios muda e as empresas devem saber se adaptar a cada cenário, portanto é importante <em><strong>constantemente rever toda a estratégia</strong> </em>e não se acomodar, pois, o processo é cíclico e não tem fim. Para realizar tudo isto não é preciso ser inteligente, é sim necessária muita consciência e trabalho árduo.</p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Calibri; font-size: small;">Escrito por Anderson Titz, especialista em Gestão de Empresas e Finanças. É proprietário da Valor Executivo &#8211; empresa especializada em planejamento e controle financeiro, custos e preços, avaliação de empresas negócios e projetos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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